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Prêmio Mary Parker Follett: como um case de empresa familiar transformou cultura e resultados

O que aprendemos com uma das organizações reconhecidas na categoria Potência da edição 2025 do Prêmio Follett.

5 min de leitura

O Prêmio Mary Parker Follett de Gestão Humanizada reconhece práticas concretas que colocam pessoas no centro da estratégia. Na categoria Potência, um dos cases premiados em 2025 mostra como uma empresa familiar de médio porte usou a humanização como alavanca para atravessar um momento crítico de sucessão.

O ponto de partida

A organização vivia um dilema comum a empresas familiares: preservar identidade sem congelar a cultura. O time de liderança optou por revisar rituais, critérios de decisão e o próprio contrato psicológico com as pessoas.

O que mudou na prática

Em um ciclo de dezoito meses, houve reformulação do modelo de liderança, criação de fóruns de escuta ativa e revisão da política de reconhecimento. O impacto foi sentido em três frentes: engajamento, retenção e velocidade de decisão.

Humanizar, para nós, não foi um projeto de RH. Foi uma decisão estratégica que reorganizou o modo como tomamos decisão.

— CEO da organização premiada

Por que esse case importa

Ele mostra que humanização é uma prática exigente — de método, de constância e de coragem — e que os resultados aparecem quando existe coerência entre discurso e sistema de gestão.

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