Para o C-level, a cultura deixou de ser assunto de RH. Nos últimos anos, ela virou o principal fator de diferenciação sustentável — mais difícil de copiar do que produto, tecnologia ou canal.
Cultura entra no orçamento estratégico
Empresas que tratam cultura como projeto de gestão explícito aparecem, cada vez mais, com indicadores próprios: pesquisas periódicas, KPIs de liderança e revisão anual de práticas de decisão.
O papel do C-level
Se o C-level não patrocina cultura, ela vira ornamento. Patrocinar significa reservar tempo, expor tensões e permitir que decisões impopulares sejam tomadas em nome de coerência.
Se eu não gasto tempo com cultura, ela acontece do jeito errado. E aí custa muito mais caro.
— CEO participante do Human Connect
O que observamos em campo
Nas conversas que temos conduzido em imersões como o Human Connect, líderes relatam três movimentos: revisão de rituais de decisão, redesenho da liderança intermediária e aproximação real da alta gestão com a operação.
